22.09.2012
“Misericordioso
e piedoso é o Senhor; longânimo e grande em benignidade.” Salmos
103:8.
Deus
não somente tem misericórdia e piedade, mas também as pratica,
pois todo Seu ser é cheio desses atributos. Além disso, o Criador
é longânimo, o que significa que Sua paciência é algo que está
sempre disponível para nós, da mesma forma que Sua benignidade.
Essas marcas do Senhor fazem-nos sentir seguros, pois, se
precisarmos dEle quanto a isso, Ele irá atender-nos.
É
bom saber que nosso Deus é misericordioso e piedoso; Sua essência
é composta dessas características. Com isso, por mais que
usufruamos dessas qualidades, elas não se esgotarão. Assim como o
Pai é eterno, Sua essência também o é. Temos de atentar para o
fato de que o inimigo tentará vender-nos a idéia de que a misericórdia
do Senhor acabou para alguns, bem como Sua piedade, no entanto, o
Todo-Poderoso e tudo o que Ele é são inesgotáveis. Ele sempre
estará pronto para atender os que dEle precisarem.
Ainda
que sejamos infiéis, o Pai amado permanecerá fiel (2 Timoteo
2:13). A natureza de Deus não permite que, em qualquer caso, Ele
aja de forma contrária ao que é. Se, em alguma situação, o Altíssimo
deixasse de ser misericordioso, estaria negando a Si mesmo, e isso
jamais acontecerá. Saber disso faz-nos um bem muito grande, pois,
se necessitarmos de Sua bondade suprema, estamos certos de que
seremos atendidos.
Quando
nos afastamos do Pai celeste, Ele, por ser longânimo, nunca deixa
de esperar pelo nosso retorno. Na parábola do filho pródigo, por
exemplo, lemos acerca de um pai que estava sempre com os olhos no
horizonte à espera do regresso do filho (Lucas 15). Esse, ao
retornar, alegrou o coração do pai e recebeu dele um tratamento
que não merecia. O pai fez isso também por ser benigno; sua
esperança e paciência pela volta do filho, que havia sido tolo, não
tinham cessado.
Quanto
à benignidade divina, não somos capazes de medi-la. Tudo o que
podemos dizer é que ela é grande. Na parábola citada, mesmo o
filho mais novo tendo levado a metade dos bens do pai e gastado tudo
em orgias, foi aceito com festa e sem recriminações. Seu retorno
era mais importante do que o prejuízo que causara.
Ao
conhecer essas duas marcas evidentes do Senhor - misericórdia e
piedade -, sentimo-nos mais seguros, pois, se alguma vez delas
carecermos, temos certeza de que seremos atendidos. A parábola do
filho pródigo, contada pelo Senhor Jesus, é a nossa certeza.
Extraído
e adaptado do livro: Bênçãos
do Outono
Autor:
R.
R. Soares
Para
Meditar: "A
benignidade do Senhor jamais acaba, as suas misericórdias não
têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade."
Lamentações
de Jeremias 3:22-23.
Oração:
“Senhor,
obrigado
pela Tua bondade e misericórdia, por perdoar os meus pecados e
deles jamais se lembrar. Pai, ajuda-me a aplicar os princípios da
Tua palavra em minha vida, para que com a unção do Teu Espírito
Santo eu possa levar a Tua palavra aos que dela tem sede. Eu oro e
agradeço em nome de Jesus Cristo.” Amém.