18.08.2018
“... e o Senhor trouxe sobre a terra um vento oriental
todo aquele dia e toda aquela noite; quando amanheceu, o vento
oriental tinha trazido os gafanhotos. Então, se apressou Faraó em
chamar a Moisés e a Arão. Então, o Senhor fez soprar fortíssimo
vento ocidental, o qual levantou os gafanhotos e os lançou no mar
Vermelho; nem ainda um só gafanhoto restou em todo o território do
Egito.” Êxodo 10:13,16,19.
Observemos
como, nos dias antigos, quando o Senhor lutava por Israel
contra o cruel Faraó, os ventos operaram livramento; o
que, aliás, tornamos a ver naquela grande demonstração
do poder de Deus - o golpe final que ele lançou contra o
orgulhoso desafio do Egito. Deve ter parecido a Israel uma
coisa estranha e quase impiedosa verem-se cercados por
tão grande hoste de perigos - pela frente, o mar a
desafia-los; de cada lado, os picos rochosos tirando-lhes
toda esperança de fuga; sobre eles, como que a formar-se
um furacão. Era como se o primeiro livramento tivesse
vindo para posteriormente entregá-los a uma morte
inevitável. Para completar o terror, ergueu-se o grito:
os egípcios vêm vindo atrás de nós!
Quando
parecia que haviam caído nas mãos do inimigo, então
veio o glorioso triunfo. E vieram os ventos e afastaram as
ondas, e os exércitos de Israel avançaram através da
vereda aberta no grande leito do mar - tendo como abóbada
protetora o amor de Deus.
De
cada lado estavam as paredes de água, brilhando à luz da
glória do Senhor; e acima deles soprava o forte vento.
Assim foi por toda a noite; e quando, ao romper do dia
seguinte, os últimos homens de Israel puseram o pé do
outro lado do mar, o trabalho do vento estava terminado.
Então
Israel cantou ao Senhor o cântico do vento que servira ao
cumprimento da sua Palavra.
“O
inimigo dizia: Perseguirei, alcançarei, repartirei os
despojos... Sopraste com o teu vento, e o mar os cobriu,
afundaram-se como chumbo em águas impetuosas.”
Um
dia, pela grande misericórdia de Deus, nós também
estaremos de pé sobre o mar de vidro, tendo nas mãos a
harpa de Deus. Então cantaremos o cântico de Moisés,
servo de Deus, e o cântico do Cordeiro: “Justos e
verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações!”
Então saberemos como os ventos fortes operaram nosso
livramento.
Hoje
vemos apenas o mistério da grande tristeza pela qual
estamos passando; depois compreenderemos que o inimigo
ameaçador foi banido exatamente naquela noite de temor e
pesar.
Agora
olhamos apenas a perda; depois saberemos que a perda foi
um golpe sobre aquele mal que estava ameaçando nos
prender com seus grilhões.
Hoje estremecemos ante os ventos sibilantes e os
trovões que rugem; mais tarde veremos que eles afastaram
as águas da destruição e nos abriram o caminho para a
terra da promessa.
Extraído
e adaptado do livro: Mananciais no Deserto –
Edição do Milênio
Autor:
Lettie Cowman
Para
Meditar: "Mas graças a Deus que nos dá a vitória
por nosso Senhor Jesus Cristo." 1
Coríntios 15:57.
Oração:
“Senhor, eu Te peço que me
ajude a
fortalecer a minha fé, para que eu tome posse da vitória
que o Senhor está me entregando agora, pois contigo somos
mai que vencedores. Eu peço e agradeço
em nome
de Jesus Cristo.”
Amém.